O governo federal ampliará a visitação e as ações de sustentabilidade nos parques nacionais do país. Os ministérios do Meio Ambiente (MMA) e do Turismo, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Embratur assinaram nesta quinta-feira (30/11) acordo de cooperação para desenvolver o turismo ecológico em unidades de conservação (UCs) federais. A medida será integrada à promoção da diversidade sociocultural e da proteção da biodiversidade nessas áreas.

A sensibilização e a proteção dos ecossistemas estão entre as prioridades da iniciativa. O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, destacou que o turismo sustentável é uma das principais ações para a gestão das unidades de conservação do país. “Esse é um importante instrumento de valorização ambiental”, afirmou Sarney Filho. “Cada visitante que vai a um parque nacional sai de lá como um protetor da natureza”, exemplificou.

Muitas das ações já estão em andamento. O presidente do CMBio, Ricardo Soavinski, explicou que o órgão atua em frentes como a reestruturação de unidades de conservação e a capacitação de gestores. “Trabalhamos na linha de usar os parques da melhor forma possível para que as pessoas tenham uma boa impressão da visitação e se sensibilizem pela conservação”, afirmou.

A visitação em UCs vem crescendo e chegou a 8,29 milhões ao longo de 2016. De acordo com o ministro do Turismo, Marx Beltrão, a expectativa é que o número aumente a partir do acordo de cooperação. “Estamos tendo a oportunidade de dar o pontapé inicial para uma estratégia que movimente a economia”, declarou. Beltrão acrescentou que a pasta atuará na divulgação das UCs e trabalhará com foco nas operadoras de turismo.

Parceria

A cooperação vai colaborar com a gestão das áreas de uso público das UCs federais em parceria com o setor privado e o terceiro setor. O objetivo é promover o desenvolvimento sustentável por meio do turismo ecológico nas unidades e nos arredores. A atividade ecoturística garantirá a inclusão social com a participação das comunidades situadas nas áreas de influência. Além disso, incentivará a estruturação de produtos turísticos nas regiões atendidas.

Com o acordo, o país deverá consolidar as unidades de conservação como espaços para recreação, turismo ecológico e práticas de esportes na natureza. A iniciativa fomentará a economia do setor por meio de ações para a promoção nacional e internacional dos destinos e de pesquisas voltadas para o aumento dos investimentos nas UCs. Para nortear os trabalhos, um Plano de Ação será construído pelo Comitê Gestor que acompanhará o acordo de cooperação.

Fonte: ICMBio

Se cada cidadão começasse hoje a mudar seus hábitos em relação à Terra, conseguiríamos reduzir nosso impacto negativo e, assim, melhorar as condições do meio ambiente.

Para ajudar nessa árdua tarefa, veja as 10 atitudes que podem ajudar a salvar o planeta

1. Economize água! Economizar água é uma tarefa bastante simples. Para isso, basta que algumas práticas do dia a dia sejam mudadas. Uns dos pontos mais importantes são: reduzir o tempo de banho e verificar se há vazamentos de água em casa. Além disso, aproveitar a água da chuva e reaproveitar a água da máquina de lavar também são ótimas dicas!

2. Economize energia. Para economizar energia, é importante lembrar-se de ligar apenas os aparelhos elétricos necessários. Ao utilizar o computador, por exemplo, não é necessário ligar a televisão. Outro ponto importante é, ao sair de um ambiente, verificar se a luz está ligada e, se sim, apagá-la. A redução do tempo de banho também é uma importante dica para economizar energia.

3. Sempre faça o descarte correto do lixo. Descartar o lixo adequadamente evita a poluição e até mesmo a propagação de doenças. Ao jogar lixo em um terreno baldio, por exemplo, você pode estar contribuindo para o aumento da população de ratos, baratas e até mesmo de mosquitos-da-dengue.

4. Recicle seu lixo. Essa medida evita o gasto desnecessário dos recursos naturais e ainda ajuda a diminuir a concentração de lixo no ambiente.

5. Preserve a vegetação nativa e os cursos d’água. Evitando desmatamento e alteração dos cursos d’água, por exemplo, estamos colaborando para a manutenção da biodiversidade. Lembre-se de que cursos d’água e locais de vegetação preservada são habitat de várias espécies importantes.

6. Utilize veículo apenas quando necessário. Os carros são responsáveis pela liberação de uma grande quantidade de poluentes na atmosfera, sendo assim, restringir seu uso é importante. Se o local de destino é próximo, por que não ir a pé? É importante lembrar que as pessoas que possuem carro devem sempre realizar a manutenção do veículo para evitar que mais poluentes sejam liberados.

7. Evite o consumismo. A chave para esse ponto é sempre perguntar: “Eu realmente necessito disso?” Às vezes compramos coisas sem necessidade naquele momento e contribuímos, assim, para o uso intensivo de recursos naturais.

8. Sempre que possível, opte por alimentos orgânicos. Ao escolher alimentos orgânicos (livres de agrotóxicos), estamos não só protegendo a nossa saúde, como também o meio ambiente, que fica livre desses produtos.

9. Não compre nem venda animais silvestres. O tráfico de animais é um problema mundial grave que afeta diretamente a biodiversidade de uma região, podendo, inclusive, levar espécies à extinção.

10. Informe outras pessoas. Garantir um ambiente saudável é tarefa de todos nós e, portanto, é fundamental que informações sejam repassadas a todas as esferas de uma população. As crianças de hoje, por exemplo, serão as que mais sofrerão com as consequências do impacto negativo do homem na natureza, sendo assim, elas devem ser informadas sobre formas de reverter esse quadro.

 

Fonte: Brasil Na Escola

O ecossistema tem muitos inimigos. Alguns deles parecem inofensivos. O filtro solar, quem diria, tão alardeado, tem contraindicação. Assim como o banho demorado, a descarga do banheiro e o carro de que pouca gente abre mão. Aqui estão as justificativas para uma lista de cinco inimigos que você pode tentar driblar no dia a dia. Nada tão difícil de fazer.

Chuveiro e descarga do banheiro – Encabeçando a lista, o chuveiro é considerado, por especialistas, o maior vilão da sustentabilidade. Vale a pena pensar duas vezes antes de deixar a água jorrar, pois o desperdício de água pode chegar a 30 litros a cada cinco minutos de banho. Se o chuveiro já consome água em abundância, o desperdício se estende a todo o cômodo. A cada descarga dada, lá se vão até 30 litros de água.

Plástico – O tempo que ele demora para se decompor assusta. O plástico é um dos maiores vilões da natureza. Sacolas de supermercado, copinhos e pratos, tudo o que é descartável tem um custo para o meio-ambiente. A boa notícia é que já existem alternativas ecologicamente mais corretas: o plástico “verde”, feito a partir da cana-de-açúcar, ao invés do petróleo tradicional, mas não é biodegradável; o plástico oxidegradável, que possui aditivos que o fazem se decompor entre 18 e 24 meses, mas é bom ressaltar que ainda não há consenso entre os cientistas; e o plástico compostável, feito a partir do milho, que se decompõe em cerca de seis meses, mas não em lixões comuns, e sim em usinas de compostagem. O recomendável, mesmo, é usar o plástico de forma mais consciente possível.

Desodorante spray – Nesse caso não há dúvida: o desodorante nosso de cada dia pode estar contribuindo para o aquecimento global. A razão é simples: um dos componentes do spray é o clorofluorcarbono (CFC), um gás que ajuda a aumentar a temperatura na Terra. Prefira as versões roll-on ou creme.

Fraldas descartáveis – Bebês são fofos. Mas custam muito ao meio ambiente. Basta fazer as contas: até completar dois anos de idade, eles consomem, em média, cinco mil fraldas. Terceiro item mais comum em aterros, as fraldas descartáveis levam de 450 a 600 anos para se decomporem. A alternativa? A sempre útil fralda de pano.

Protetor solar – Todos já foram intimados a usar o filtro solar. Sim, ele protege contra os raios UV, que causam o envelhecimento precoce e do câncer de pele. Mas, contra os tubinhos protetores pesam a poluição que suas substâncias causam aos ecossistemas marinhos. As nanopartículas, que estão presentes também em remédios, pesticidas, cosméticos e outros produtos de uso comum, matam micro-organismos que exercem funções vitais aos ecossistemas e ajudam a tratar sistemas de esgoto.

 

Fonte: Extra – Globo

O Brasil anunciou, oficialmente, seu apoio à campanha Mares Limpos, em uma reunião lateral da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, entre o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, e o chefe do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Erik Solheim. Encontro aconteceu no início da semana (19).

Sendo a nona economia global e um líder histórico na proteção ambiental, a declaração de apoio do Brasil dá um impulso significativo para a campanha, que se orgulha de contar agora com 30 países-membros e tem o objetivo de “mudar a maré dos plásticos” ao inspirar ação de governos, empresas e indivíduos.

“O apoio do Brasil a esta campanha é crucial. Ressalta o tamanho do problema e a escala da resposta que precisamos ver”, disse Solheim. “Precisamos de mais atitudes políticas desse tipo – o tipo que envia uma mensagem muito clara: não podemos nos dar ao luxo de continuar transformando nossos oceanos em um mar de lixo.”

O anúncio reforça o compromisso do governo brasileiro em desenvolver o Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar e apoiar a criação do Santuário das Baleias do Atlântico Sul e de Áreas Protegidas Marinhas. “Os serviços ecológicos prestados pelos oceanos são essenciais para a população e o Brasil vem tomando uma série de medidas para garantir a conservação dos ecossistemas marinhos e costeiros”, afirmou o ministro Sarney Filho.

O plástico há muito tempo foi identificado como uma das principais causas de danos ambientais e problemas de saúde: poluem ambientes, matam aves, peixes e outros animais que os confundem com alimentos, danificam terras agrícolas, degradam destinos turísticos e podem servir como criadouros para os mosquitos da dengue, zika e chikungunya.

Os números do uso de plástico, no entanto, não param de crescer. Em 2016, 5,8 milhões de toneladas de produtos plásticos foram produzidas no Brasil. Globalmente, até 2015, a humanidade produziu 8,3 bilhões de toneladas de plástico. Desse montante, cerca de 6,3 bilhões já foram descartadas e cerca de 8 milhões de toneladas de plástico chegam aos nossos oceanos todos os anos. Boa parte desse volume é composta por descartáveis, como copos, sacolas, canudos, garrafas, e microplásticos (pequenas partículas), incluindo microesferas usadas em produtos cosméticos.

Nesse contexto alarmante, a campanha Mares Limpos pede o apoio dos governos por meio da criação de leis nacionais efetivas e do encorajamento para que empresas e cidadãos desenvolvam novos e mais sustentáveis padrões de produção e consumo. Um exemplo recente vem do Chile, que esta semana anunciou uma lei de banimento das sacolas plásticas em suas cidades costeiras.

Ao aderir à Mares Limpos, o Brasil se junta à Colômbia, Equador, Peru e Uruguai, tornando-se o quinto país da América Latina a abraçar a campanha. Ao redor do mundo, a Indonésia se comprometeu a reduzir seu lixo marinho em 70% e o Canadá adicionou microesferas à sua lista de substâncias tóxicas, enquanto a Nova Zelândia, o Reino Unido e os EUA anunciaram o banimento das microesferas de produtos cosméticos e de higiene pessoal.

 

Sobre a campanha Clean Seas (Mares Limpos, no Brasil)

Lançada na Conferência Mundial sobre Oceanos em Bali, a campanha #CleanSeas, da ONU Meio Ambiente, exorta os governos a aprovarem políticas de redução de plástico, a indústria a minimizar as embalagens plásticas e redesenhar produtos e convida os consumidores a mudarem seus hábitos de descarte antes que danos irreversíveis aconteçam aos nossos mares. No Brasil, a campanha #MaresLimpos foi lançada em 7 de junho, adaptando os esforços globais ao contexto brasileiro.

Concebida com o apoio da ONU Meio Ambiente, a formação está disponível em português. Organizada em sete módulos, a capacitação abordará os impactos do desmatamento e das mudanças climáticas na natureza, com destaque para as consequências de atividades humanas em ecossistemas na América Latina, Caribe, África e Ásia. Materiais virtuais ficarão disponíveis até 29 de janeiro. Seminários ao vivo também serão promovidos ao longo do curso.

Mudanças climáticas ameaçam a Amazônia e, consequentemente, a disponibilidade de recursos hídricos para países da região. Foto: Flickr (CC)/Dams999

Com o apoio da ONU Meio Ambiente, a Academia dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) lança nesta segunda-feira (27) o curso online e gratuito Desde o principio: Gestão e preservação dos nossos ecossistemas terrestres. Formação, disponível em português, foi concebida em parceria com a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) e com a Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (na sigla em inglês, SDSN Amazônia).

Organizada em sete módulos, a capacitação abordará os impactos do desmatamento e das mudanças climáticas na natureza, com destaque para as consequências de atividades humanas em ecossistemas na América Latina, Caribe, África e Ásia.

“Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade” é a definição do ODS de nº 15, da Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável. O curso discutirá maneiras de avançar na promoção dessa agenda, que visa à conservação da vida terrestre.

Para os organismos parceiros da iniciativa, ao estudar a interação das comunidades locais com os recursos naturais dos quais esses grupos dependem, os alunos compreenderão como garantir a sustentabilidade dos ecossistemas globais a longo prazo.

Entre os temas específicos das aulas, estão a introdução aos ecossistemas terrestres; os atuais problemas; os métodos de avaliação; sistemas de gestão; concepção de programas e políticas públicas; e a institucionalização do ODS 15. Todos os módulos estão disponibilizados em inglês, português e espanhol.

O curso permanecerá disponível e aberto para inscrições até 29 de janeiro de 2018, quando sairá do ar. Os materiais incluem palestras pré-gravadas, leituras, grupos de discussão e questionários. Além disso, webinars (seminários online) ao vivo serão oferecidos ao longo do curso com espaço para interação com os instrutores.

A Academia ODS é uma plataforma educacional de alta qualidade, inteiramente gratuita, sobre desenvolvimento sustentável. Seus cursos contam com os principais especialistas mundiais de diversos segmentos e abrangem temas como saúde, educação, mudanças climáticas, agricultura, sistemas alimentares e direitos humanos. O objetivo da iniciativa é preparar a próxima geração de profissionais para lidar com os desafios que o nosso planeta enfrenta.

 

Leia mais sobre o curso e inscreva-se

http://courses.sdgacademy.org/learn/from-the-ground-up-managing-and-preserving-our-terrestrial-ecosystems-fall-2017

Hojé 6 de Dezembro é comemorado o Dia Nacional do Extensionista Rural.

Essa data foi instituída pelo governo federal como uma forma de homenagear esse importante profissional da agricultura. O dia 06 de dezembro foi escolhido porque, em 1948, foi criada a primeira instituição de extensão rural no Brasil, a Associação de Crédito e Assistência Rural (Acar), hoje Emater-MG.

Extensão Rural é o processo de estender conhecimentos e habilidades, sobre práticas agropecuárias, florestais e domésticas, reconhecidas como importantes e necessárias à melhoria de sua qualidade de vida. A própria justificativa para a existência de um serviço de extensão é o de estimular a população rural para que se processem mudanças em sua maneira de cultivar a terra, de criar o seu gado, de administrar o seu negócio, de dirigir o seu lar, de defender a saúde da família, de educar os seus filhos e, por fim, de trabalhar em favor da própria comunidade.

No Brasil, o Serviço Brasileiro de Assistência Técnica e Extensão Rural está presente em mais de 4.500 escritórios, dentre regionais e municipais, com uma força de trabalho em torno de 16 mil extensionistas. Como educadores não formais, os extensionistas utilizam técnicas e metodologias, que auxiliam o produtor rural a ter uma produção sustentável sob os aspectos ambientais, econômicos e sociais. Sempre agregando o conhecimento acadêmico do técnico e as experiências de anos de trabalho do agricultor, a Extensão rural visa à qualidade da produção, geração de emprego e renda e melhoraria da qualidade de vida no campo

Fonte: SintracoopSC – Portal Amabai 

O ato de reciclar o lixo é algo que vai além de apenas separá-lo de acordo com seu tipo. A tarefa consiste em pegar objetos considerados “inutilizáveis” e transformá-los em novos produtos prontos para o consumo. Atualmente, isso já se tornou uma necessidade, a qual surgiu a partir do momento em que o homem percebeu a imensa quantidade de benefícios que essa prática trazia ao nosso planeta.

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